CHEGA…
É assim que se acaba uma terrível emergente e fugaz “discussão” entre irmãos que se amam mas que se dão como cão e gato, expressão tão antiga e tão atual e presente nas vidas vividas entre irmãos.
Cuidado, essa brincadeira vai acabar mal,
onde é que eu já ouvi isso. Na infância de muitos, que tiveram a oportunidade
de a partilhar com um irmão ou não, em que uma meia leca conseguia competir e
levar a melhor, com um irmão ou não, alguns anos mais velho.
Mas se assim não fosse, o que seria do
(des)sossego dos pais.
Chega (im)por a regra e o respeito para
com o outro que nos acabou de deitar a língua de fora. Assim como, levar-nos, a
nós, adultos à exaustão no fim de um dia cheio ou de um início cheio de dia.
Será, que,
Chega…um pedido de desculpas vomitado pela
pressão que aquele olhar impõe, coloca um fim?
Chega…um raspanete? Palavras (a)tiradas do
bom senso?
Chega… um cada um para seu lado para
pensar no que acabaram de fazer?
Chega… um tabefe desvairado que seguiu o
caminho outrora oprimido e agora recriminado.
CHEGA… será que chega?
Chega, só chega se for acompanhado daquele
gesto e olhar de (re)provação carregado de amor.
Chega, só chega se o (a)braço, aquele que
abraça, mas também aquele que chega para levantar e carregar o peso e o
contrapeso do respeito tiver força para não deixar cair nenhum dos lados.
Chega… Se percebermos que o Amanhã se
tornará um Hoje, e o Hoje será sempre Amanhã.
Chega…. Nunca chega, e ainda bem, porque o
AMOR é um bem ESSENCIAL que nunca deve ser escasso.
Natália Correia
(Re)EDUCAR… Do Meu Ponto De Vista!

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