CHEGA…
É assim que se acaba uma terrível emergente e fugaz “discussão” entre irmãos que se amam mas que se dão como cão e gato , expressão tão antiga e tão atual e presente nas vidas vividas entre irmãos. Cuidado, essa brincadeira vai acabar mal , onde é que eu já ouvi isso. Na infância de muitos, que tiveram a oportunidade de a partilhar com um irmão ou não, em que uma meia leca conseguia competir e levar a melhor, com um irmão ou não, alguns anos mais velho. Mas se assim não fosse, o que seria do (des)sossego dos pais. Chega (im)por a regra e o respeito para com o outro que nos acabou de deitar a língua de fora. Assim como, levar-nos, a nós, adultos à exaustão no fim de um dia cheio ou de um início cheio de dia. Será, que, Chega…um pedido de desculpas vomitado pela pressão que aquele olhar impõe, coloca um fim? Chega…um raspanete? Palavras (a)tiradas do bom senso? Chega… um cada um para seu lado para pensar no que acabaram de fazer? Chega… um tabefe desvairado que segu...